quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Origem da Renda

Já falamos várias vezes aqui no blog sobre a renda, certo? Os modelos mais usados atualmente você pode encontrar clicando aqui Mas, hoje vamos falar um pouco da história da renda: O que é e onde tudo começou…


A renda é um tecido transparente de malha aberta, fina e delicada, que forma desenhos variados com entrelaçamentos de fios de linho, seda, algodão ou até mesmo de ouro. (Wikipédia)
 Os primeiro registros da renda foram dados aos faraós, que usavam um pano de linho decorado com fios coloridos e trabalhando-os em desenhos geométricos. A partir, a renda se estendeu entre os gregos, italianos, franceses e através de comércio com a China.
No Século XIV a Peste Negra assolou a Europa, a classe social alta da época migrou para outros países, afim fugir da doença e levando consigo as vestes de renda para outros lugares do mundo; foi nessa época que a igreja católica tornou-se o primeiro e principal cliente e usuário de rendas ao longo dos séculos a seguir.
Foi o reinado da francesa Catarina de Médici em 1547, que o uso da renda foi introduzido na corte francesa.


No Brasil a renda de bilros, foi trazida pelos portugueses e durante muito tempo foi a ocupação de freiras nos conventos. Elas teciam alfaias para os altares das igrejas. Tanto no Brasil como em Portugal, atualmente a renda de bilro é feita por mulheres de pescadores em geral. Esse fator é associado à chegada das rendas pelos litorais.

Abaixo uma “pequena evolução” da renda:
Maria Antonieta (1755 – 1793)

 Rainha Victória Alexandrina – Rainha do Reino Unido (1819 -1901)

Propaganda Coca- Cola 1900

Vestidos de casamento em 1920


Grace Kelly 1956

Aos poucos suas aplicações foram crescendo e foram ganhando espaço fixo nos guarda-roupas, como vemos hoje em dia!




segunda-feira, 31 de julho de 2017

Boas energias das flores para sua casa

Diferentemente de um home office, que é o lugar que muitos proprietários determinam como espaço para trabalhar dentro de casa, os jardins costumam ser locais onde os moradores relaxam e desfrutam do visual.





“As flores têm o poder de trazer harmonização para os ambientes”.
Para melhorar a energia da varanda, as flores são boas aliadas. A escolha de qual delas vai enfeitar o espaço pode influenciar a vida pessoal e profissional dos moradores da casa.
Para que a energia não fique estagnada, a profissional lembra que é importante que a troca de água dos vasos aconteça com frequência.

Confira aqui quais flores a especialista em feng shui indica para a varanda e como elas podem exercer influência na vida dos moradores da casa:
Vida profissional – Para aquelas pessoas que desejam ter sucesso no trabalho e melhorar a vida profissional, a especialista recomenda colocar na varanda da casa flores de cores escuras como lisianto, íris, azulzinha e violeta. “O ideal é usar vasos transparentes de vidro ou acrílico”.


Fama – Flores vermelhas, laranjas ou amarelas como a estrelítzia, helicônia, bromélia, antúrio e bico-de-papagaio são indicadas para quem busca sucesso e fama. A recomendação  é compor as plantas com cachepôs ou vasos triangulares.

Autoconhecimento – Aqueles que buscam melhorar a espiritualidade e autoconhecimento, a dica da profissional é colocar no jardim flores lírio-da-paz, gérbera, violeta e palma em vasos de cerâmica.

Família – Para que os integrantes da família fiquem mais unidos e tenham mais saúde, o ideal é a utilização de arranjos de folhagens em cachepôs de madeira.

“Caso a intenção seja aumentar a família, melhorar o relacionamento com os filhos ou ter mais criatividade, flores brancas ou coloridas em formato circular como o cravo, begônia, ixora e gérbera agem a favor”.

Amor – Moradores que querem melhorar um relacionamento e realizar os sonhos afetivos, a especialista recomenda: “Use flores vermelhas, rosas ou brancas em pares”.

As mais indicadas para o amor são o jasmim, rosa, hortênsia, camélia, gardênia e tulipa. Elas devem ficar em vasos de cerâmica.

Prosperidade - Se a busca for por prosperidade, a sugestão é abusar das flores amarelas ou com formato do sol. “São elas o girassol, margarida, gérbera, crisântemo e kalanchoe, que é a flor da fortuna”.

As flores provocam mais efeito se cachepôs de madeira ou metálicos forem colocados no jardim. “O brilho do metal lembra prosperidade”.

Amizade – Quem deseja fortalecer laços com os amigos, as flores indicadas são a petúnia, maria-sem-vergonha, prímula ou mosquitinho em cachepôs metálicos de formato circular.




Um beijo bárbaro,e até a próxima semana.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Blazer, o nosso queridinho

Hoje na nossa Coluna História que Vesti, vamos descobri, a origem do Blazer, nosso queridinho.
Originou-se na monárquia, o Blazer surgiu no ano de 1837 no Reino Unido, quando o Almirante, sabendo que a Rainha Vitória faria uma visita surpresa à Fragata da Marinha Real, mandou fazer paletós em sarja azul marinho com botões de latão.

Como peça obrigatória do guarda-roupa masculino, o Blazer surgiu como uniforme feminino lá nos anos 30 pelas mãos de Coco Chanel. Após Mademoiselle Chanel, outros modistas também se apossaram da vestimenta, tais como Saint Laurent em 1970 e Armani em 1980


Com essência tradicional, o Blazer se reinventa a cada estação e chega em 2017 nada convencional.

A peça segue ajustada, com ombros marcados e em dois comprimentos: curto, beirando o quadril ou longo, na altura do quadril.

 Ao ser usado aberto, o Blazer alonga o corpo, já os modelos de comprimento maior trazem a sensação de encurtamento da silhueta.


Nesse eterno retorno, vale usar a peça com saia ou vestido, calça de tecido diferente ou na famosa versão “conjunto”, estilo terninho. De opção plural, a peça deve sempre ser lembrada e usada com elegância, mesmo no look “despojado, mas arrumado”, o blazer no look, dá um toque de sofisticação.

Um beijo bárbaro, e até a próxima semana...

domingo, 23 de julho de 2017

Tendência: mix and match

Assim como nas passarelas dos estilistas, a decoração também tem tendências – jeitos arrumar a casa que ficam mais em voga em um momento ou outro. Muitas delas são inspiradas inclusive na própria moda. Quer um exemplo?


 A última tendência agora nas mesas descoladas mundo afora é o mix and match: misturar e combinar louças de desenhos e motivos diferentes em uma mesma arrumação. Assim como temos visto nas revistas de moda roupas com estampados de bolinha combinadas com listras, por exemplo.

Outra grande fonte de inspiração da moda nesta estação foi a azulejaria portuguesa. Elas combinam entre si e que você pode montar na mesa do jeito que quiser.


Você pode fazer a sua versão da louça mix and match em casa, juntado louças de família de estampas diferentes. O truque para ficar bom – e não um carnaval – é escolher aquelas que tenham o mesmo padrão de cor. Todas com desenhos em tons de azul, por exemplo, ou todas em cores pastel, ou ainda florais variadas. Também dá para misturar duas louças iguais lisas, de cores diferentes, intercaladas nos lugares.


A vantagem e que você pode ter, por exemplo, 6 peças de uma louça e 6 da outra (ou 12 de cada) e usar separadamente no dia a dia. Quando tiver visitas ou der uma festa, e só misturar que você tem um serviço de jantar completo.


Um beijo bárbaro, e até a próxima semana. 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

TREND ALERT: Jaqueta bomber


A jaqueta bomber surgiu há mais de 100 anos, sabia? Neste post vamos relatar sobre a história dessa peça que conquistou fashionistas do mundo inteiro.


Quando surgiu?

Quem criou o primeiro modelo, super clássico, da jaqueta foi o paraquedista Leslie Irvin, batizando-a de A1. Era todo feita em couro e fechada com zíper. Os punhos e a cintura eram mais ajustados, como as que vendem hoje em dia.



Só depois da Força Aérea Americana adotar a jaqueta bomber como uniforme em 1917, que ela recebeu esse nome. Como sempre, mulheres não podiam usar esse tipo de peça, por ser totalmente masculina, mas Amelia Earhart começou a usar em 1930 e aos poucos caiu no gosto feminino. Pouco mais de um ano depois, a Marinha criou sua própria versão da jaqueta para seus pilotos de porta-aviões e chamou-a de G1. A partir daí, muitas outras versões foram criadas e recebiam siglas como nome: B1, B3, B15 e M-445.

Como usar?

Pra usar uma jaqueta bomber basta querer. Não existem regras ou limites, percebeu? Pode usar com calça, short, saia curta, saia longa, vestido.. Enfim. É só usar! E quanto mais cor, melhor!











Um beijo bárbaro, e até a próxima semana...